sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

O Captain! My captain!

Boa tarde.

Hoje trago Walt Whitman (com tradução)...



O Captain! My captain

O Captain! my Captain! our fearful trip is done,
The ship has weather'd every rack, the prize we
sought is won,
The port is near, the bells I hear, the people all
exulting,
While follow eyes the steady keel, the vessel grim and
daring;
But O heart! heart! heart!
O the drops of red,
Where on the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.
O Captain! my Captain! rise up and hear the bells;
Rise up-for you the flag is flung-for you the bugle 
trills,
For you bouquets and ribbon'd wreaths-for you the
shores a-crowding,
For you they call, the swaying mass, their eager faces
turning;

Here Captain! dear father!

This arm beneath your head!
It is some dream that on the deck,
You've fallen cold and dead. 

My Captain does not answer, his lips are pale and

still,
My father does not feel my arm, he has no pulse nor
will,
The ship is anchor'd safe and sound, its voyage 
closed and done,
From fearful trip the victor ship comes in with object
won;
Exult O shores, and ring O bells!
But I with mournful tread,
Walk the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.



 O Capitão! Meu capitão! Nossa temível viagem é feita
O navio venceu todas as tempestades, o prêmio nós
procuramos foi ganho,
O porto está próximo, ouço os sinos, o povo todo
triunfando,
Enquanto segue a manter os olhos firmes, o navio cruel e 
audaz;
Mas O coração! coração! coração!
As gotas de vermelho,
Onde no convés meu capitão mente,
Caído frio e morto.  

O Capitão! meu capitão! erga-se e ouça os sinos;
Erga-se - para você a bandeira balança-para você os clarins
tocam,
Para você buquês e fitas em grinaldas-para você-para você as margens 
de uma superlotação,
Por você eles chamam, a massa balançando, seus rostos ansiosos
girando;

Aqui Capitão! querido pai!
Este braço sob sua cabeça!
É um sonho que no convés,
você caiu frio e morto.
Meu capitão não responde, seus lábios são pálidos e
ainda,
Meu pai não sinto meu braço, ele não tem pulso nem
irá ter,
O barco está ancorado sãos e salvos, a sua viagem
fechado e feito,
De uma horrível o vitorioso barco retorna com o almejado
Ganhou;
Exultar margens e anéis oh sinos!
Mas eu com passos desolados,
Ando pelo convés onde jaz meu capitão,
Caído, frio, morto.

Autoria: Walt Whitman
Tradução: Isadora Paiva Espinosa.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Escrever...

Boa noite.

Escrever...


Imagem: Google


Escrever faz parte de mim, do meu íntimo 
Necessito disso, assim como respirar
O papel é meu fiel companheiro

Acompanhado de um café
Nas asas da imaginação
Eu alcanço o infinito

Conquisto o impossível
Através da palavra
Por meio de versos e estrofes sonhadoras e cheias de esperança.

Isadora Paiva Espinosa.


            Abraços!

                  Isadora Paiva Espinosa.


sábado, 21 de novembro de 2015

What Moves Me

Boa noite. Trago a tradução de um poema que tenho no blog Nós, Poéticos e Literários.

http://nospoeticos.blogspot.com.br/2015/11/o-que-me-move.html

What Moves Me


Imagem: Google.

That curiosity that drives me
Buzz in my veins
The unknown headquarters 
The thirst for new knowledge

The curiosity that drives me
Motivates me to walk new roads
Roads full of the flowers and verses
Roads that teach me

Time is a master
To show us things
In perfect and exact time

Let us look carefully
The signs we are shown daily
As we tread our way.

Coautorship: Isadora Paiva Espinosa. 


          Abraços!

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Autopsicografia

Boa noite. Depois de tanto tempo sem vir aqui, trago hoje Fernando Pessoa.

Autopsicografia


Imagem: Google.


O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que leem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

(Fernando Pessoa)

  Abraços...

           Isadora Paiva Espinosa.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Dia do Poeta

Boa noite.

Hoje, 20 de outubro, dia do poeta. Primeiro venho agradecer todas as felicitações por este dia que recebi. Trago aqui o meu mestre, minha fonte de inspiração, o poeta que comecei a ler poesia, antes mesmo de escrever: Mário Quintana.


Apontamentos de História Sobrenatural

A beleza dos versos impresso em livro
- serena beleza com algo de eternidade - 
Antes que venha conturbá-los a voz das declamadoras.
Ali repousam eles, misteriosos cântaros,
Nas suas frágeis prateleiras de vidro...
Ali repousam eles, imóveis e silenciosos.
Mas não mudos e iguais como esses mortos em suas
                                            [tumbas.
Têm, cada um, um timbre diverso de silêncio...
Só tua alma distingue seus diferentes passos,
Quando o único rumor em teu quarto
É quando voltas, de alma suspensa - mais uma página
Do livro... Mas um verso fere o teu peito como
                                         [a espada de um anjo.
E ficas, como se tivesses feito, sem querer, um milagre...
Oh! que revoada, que revoada de asas!

Autoria: Mário Quintana, Mário Quintana de bolso, Rua dos Cataventos & Outros Poemas, L & PM POCKET, p. 45.


Uma ótima quinta feira a todos!

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

La Casa de la Libertad

Boa noite.

Hoje venho trazer uma poesia fazendo uso da translanguaging, a translinguagem. O uso de 2 idiomas em um mesmo texto, este será em português e espanhol.

https://en.wikipedia.org/wiki/Translanguaging

Wikipedia: Translanguaging is the dynamic process whereby multilingual language users mediate complex social and cognitive activities through strategic employment of multiple semiotic resources to act, to know and to be (Garcia and Li Wei, 2014)

Translanguaging é o processo dinâmico que permite aos utilizadores linguísticos multilingues mediar atividades sociais e cognitivas complexas através do emprego estratégico de múltiplos recursos semióticos para agir, saber e ser (Garcia e Li Wei, 2014)

La Casa de la Libertad


Imagem: Google.
Mi casa es la libertad
Perfumada de incensos
Rosa blanca y canela
Perfumada de flores coloridas

En los versículos hago mi casa
Meu porto seguro, meu refúgio
Mi alegría, mi paz
Onde faço minhas maiores viajens

Palabra tras palabra
Frase após frase
Página tras página

Minha casa
Mi seguridad
Meu quarto, minha pequena visão do paraíso.

Autoria: Isadora Paiva Espinosa. 


                                Abraços!

domingo, 11 de outubro de 2015

Domingo com Neruda.

Bom dia!
Começando o domingo com Pablo Neruda.


Imagem: Google

Otro

De tanto andar una región
que no figuraba en los libros
me acostumbré a las tierras tercas
en que nadie me preguntaba
si me gustaban las lechugas
o si prefería la menta
que devoran los elefantes.
Y de tanto no responder
tengo el corazón amarillo.

Outro

De tanto andar uma região
que não figurava nos livros
acostumei-me às terras tenazes
em que ninguém me perguntava
se me agradavam as alfaces
ou se preferia a menta
que devoram os elefantes.
E de tanto não responder
tenho o coração amarelo.

Autoria: Pablo Neruda, O Coração Amarelo, p. 10,11.

Um ótimo domingo.




sábado, 10 de outubro de 2015

Talentos da Música

Boa noite!

Trago para cá a Tainara Vilas Boas, do MG, com 21 anos e um talento sem tamanho, cantando uma música da nossa MPB: Caetano Veloso, Sozinho.







https://www.youtube.com/watch?v=eKk3ShU1t4Y&feature=youtu.be

Uma ótima noite de sábado.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Apresentações / Filha das Letras

Bom dia!

Uma breve apresentação:

A poesia entrou em minha vida no dia 23 de novembro de 2013 através de um mini curso do SESC/ RS com o Dr. Cícero Galeno Lopes. Comecei lendo Mário Quintana e escrevo poesia de verso livre desde 31 de janeiro de 2014 no blog coletivo Nós, Poéticos e Literários.

http://nospoeticos.blogspot.com.br/

No dia 23 de abril de 2015 encontrei o grupo União das Artes. Faço parte também da ABEI (Associação Bageense dos Escritores Independentes) que começou dia 19 de agosto de 2015.
Acredito na poesia, na arte como solução para muitos dos problemas que afligem a humanidade.


Filha das Letras




 Imagem: Google

Sou filha da poesia
Por ela sou guiada
Amparada e protegida
O recanto dos meus sonhos

As estrofes embalam meu sono
Os versos me acariciam
Nos meus sonhos
Os poemas brincam e riem

Assim ao acordar
Abrir a janela e ver um lindo sol
Ou uma abençoada chuva

Me sentirei grata
Grata pelo ar que respiro
Por ter amigos tão especiais a minha volta, regados pela poesia.

Autoria: Isadora Paiva Espinosa.
 

Abraços..


Uma iluminada quinta feira!